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Mulher quer saber porque o marido acessa tanto o WhatsApp

Arte EV


Desconfiada de traição conjugal, uma mulher entrou na justiça de Santa Catarina para tentar obrigar o marido a mostrar as mensagens de WhatsApp. O caso inusitado apareceu no plantão de fim-de-semana do juiz Alexandre Morais da Rosa, na 4ª Vara Criminal de Florianópolis (SC).

O processo é de violência doméstica e corre em segredo de justiça. “Houve uma discussão com agressões, por parte do marido, porque a mulher queria saber com quem ele estava falando nas mensagens do celular”, explicou o juiz, em entrevista a jornais da capital catarinense.

Atualmente, o WhatsApp tem mais de 600 milhões de usuários em todo o mundo, o suficiente para ser protagonista de muitas brigas.

Na Itália, por exemplo, o aplicativo é citado em 40% das provas de infidelidade, em processos de divórcio e adultério. Os dados são da Associação Italiana de Advogados Matrimoniais.

“Os amantes agora podem trocar fotos picantes de si mesmo e temos visto adúlteros usando o serviço para manter três ou quatro relações simultâneas”, comentou o presidente da entidade, Gian Ettore Gassani, ao jornal The Times.

A história do WhatsApp

WhatsApp Messenger é uma aplicação multi-plataforma de mensagens instantâneas para smartphones. A empresa com o mesmo nome foi fundada em 2009 por Brian Acton e Jan Koum, ambos veteranos do Yahoo! e está sediada em Santa Clara, Califórnia (EUA).

No dia 19 de fevereiro de 2014, o Facebook adquiriu a empresa pelo montante de 16 bilhões de dólares, sendo 4 bilhões em dinheiro e 12 bilhões em ações do Facebook, além de 3 bilhões de ações no prazo de quatro anos caso permaneçam na companhia.

Seus fundadores assumiram cargos no conselho administrativo do Facebook.



Fonte: Espaço Vital, notícias jurídicas
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Ítalo Dorneles

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