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Grêmio e Palmeiras empatam abaixo de chuva


Apesar da supremacia durante toda a partida, o Grêmio não conseguiu vencer o Palmeiras. Sob chuva forte, nesta tarde de domingo, o tricolor apenas empatou em casa com o Verdão, em 1 a 1.

Alex Mineiro abriu o placar para o Palmeiras, e Anderson Pico empatou - ambos no 2º tempo. Como destaque, a presença de quase 37 mil torcedores, que enfrentaram o temporal do domingo em Porto Alegre.

Com o resultado, o Grêmio mantém a liderança do Brasileirão, com 29 pontos. O tricolor foi empatado pelo empate do Flamengo com o Botafogo, e com a derrota do Vitória para o Atlético-MG - os cariocas sobem para 28 pontos, e os baianos páram em 26. Já o Palmeiras chega a 25 pontos, caindo para a 6ª colocação.

Brigando com as poças e com a trave
O Grêmio abriu e fechou o 1º tempo acertando a trave. Foram dois chutes, um de cada lado. Entre essas chances perdidas, houve 40 minutos de muita disputa e jogadas de velocidade.

Logo a 4min, Tcheco cruzou na área e o lateral-direito Felipe apareceu absolutamente livre, como um legítimo centroavante. Mas comprovou que não é da função quando cabeceou na trave esquerda, com o goleiro Marcos somando-se aos espectadores da partida, paralisado.

Desde o início, o Grêmio mostrava que pressionaria assim como havia feito contra o Cruzeiro, no final de semana passado. Mas aos poucos a intensidade da chuva começou a comprometer a qualidade da partida.

Os jogadores de Grêmio e Palmeiras, além de competir entre si, passaram a disputar os lances com as poças d´água. A solução era avançar pelos lados, onde não havia tanto acúmulo.

No fim, o Grêmio demonstrou uma bela alternativa ao campo molhado: balão para cima, Marcel cabeceia para trás e Perea entra livre. Mas o colombiano faz o mais difícil, e de frente para Marcos, chuta na trave direita, aos 43min - encerrando o 1º tempo com o suspiro das arquibancadas.

Estratégia: balão

No retorno do intervalo, o técnico Celso Roth foi perguntado sobre a possibilidade de jogar pelas laterais para evitar as poças d´água. Mas o treinador do Grêmio revelou qual seria a estratégia tricolor no 2º tempo:

- Os lados estão muito marcados. Vamos ter que jogar a bola para o ataque e disputar a segunda bola - disse Roth.

Traduzindo: o Grêmio iria repetir a jogada que quase resultou no gol de Perea. Cavar faltas laterais ou apelar para a ligação direta até Marcel, buscando sucesso no rebote. Na chuva, a fórmula seria o chuveirinho.

O Palmeiras contrariou o comandante gremista. Alex Mineiro passou rasteiro para Kléber, que foi derrubado pelo zagueiro Pereira na marca do pênalti. Tardelli apitou, e dali mesmo Alex Mineiro cobrou, fazendo 1 a 0 aos 17min, de pênalti. O camisa 9 do Verdão ainda saiu mandando a torcida gremista calar a boca.

Mas, cinco minutos depois, Anderson Pico reparou a injustiça no placar. E calou a boca de Alex Mineiro. Seguindo as determinações de Roth, o Grêmio passou a pressionar jogando bola alta na área do Palmeiras.

Em um destes lances, a defesa afastou mal, Pico matou no peito e marcou de pé direito, empatando a partida: Grêmio 1 a 1 Palmeiras.

O tricolor seguiu pressionando, mas o futebol não é um esporte plenamente justiço. Mesmo merecendo vencer, o Grêmio não conseguiu superar o Palmeiras, graças às defesas do goleiro Marcos, e à falta de pontaria dos atacantes.

Na próxima quinta-feira, pela 16ª rodada, o Grêmio enfrenta o Coritiba, no Paraná.

Eduardo Cecconi - eduardo.cecconi@rbsonline.com.br
Foto: Ricardo Duarte

Fonte: ClicEsportes
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Ítalo Dorneles

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