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Seleção masculina de futebol é eliminada do Pan


O lado cantor do técnico Ney Franco ficou conhecido no Brasil pela música "Tava na Beira do Caos", cujo primeiro verso diz "Tava na beira do caos, tava na beira do mal, numa piração total". Neste domingo, este trecho da canção foi o retrato da Seleção Brasileira masculina de futebol comandada pelo treinador Ney Franco. Em uma partida apática, a equipe foi elimidada dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara ao ser derrotada pela Costa Rica, por 3 a 1, no estádio Omnilife, pela última rodada do Grupo B.

Com o resultado, o Brasil deixa o Pan ainda na primeira fase e sem ter vencido uma partida sequer. Antes da derrota para a Costa Rica, a Seleção empatou com a Argentina, por 1 a 1, e com Cuba, por 0 a 0. De quebra, ainda viu os argentinos se classificarem em primeiro lugar no grupo. A Costa Rica ficou com a segunda vaga. Revoltado com a atuação brasileira, Romário, que atua no Pan como comentarista da Rede Record, sentenciou: "Isso é uma vergonha. Isso mancha a camisa da Seleção".

O início da partida demonstrou que a noite seria de caos para a Seleção. Logo aos 38 segundos, Blanco recebeu na esquerda após erro na saída de bola brasileira, cruzou e Vega, livre dentro da pequena área, tocou para o fundo da rede.

O Brasil procurou não mostrar abatimento e teve duas oportundiades para empatar. Primeiro em cabeçada de Cidinho. Depois em chute de Henrique defendido pelo goleiro Briceño. Mas a calma era só aparente. Aos 15 minutos, Lucas Zen, numa piração total, foi expulso depois de acertar com o pé o pescoço de um adversário na disputa de bola.

Com um a menos, não demorou muito para a Seleção sofrer o segundo gol. Cinco minutos depois da expulsão de Lucas, Mc Donald recebeu no bico da grande área, se aproveitou do caos na zaga para se livrar de dois marcadores e fez um golaço ao encobrir o goleiro Cesar.

A piração dos jogadores brasileiros era visível. E isso ficou ainda mais nítido quando o zagueiro Frauches subiu para cortar um cruzamento e tocou com a mão na bola. O árbitro mexicano Ricardo Arellano não titubeou e marcou a penalidade. Para a sorte do Brasil, Mc Donald acertou a trave.

Aos 30 minutos veio o que poderia ser o início da reação brasileira. Cidinho fez ótima jogada individual e deixou Henrique na cara do goleiro. O atacante tocou na saída de Briceño e marcou para a Seleção. Mas, 13 minutos depois, o caos voltou a rondar o Brasil. Mc Donald dominou dentro da área, driblou Lucas Claro e finalizou sem chance para Cesar.

No segundo tempo, o Brasil voltou disposto a reagir na partida. Mas o caos continuava na organização das jogadas. O cantor, ou melhor, o técnico Ney Franco não conseguia fazer sua equipe entrar no ritmo.

Após uma pressão inicial, a Seleção voltou a errar muitos passes e passou a jogar sem muita vontade. A Costa Rica se aproveitou para retomar as rédeas do jogo e a controlar as ações.

Depois de vencer o Sul-Americano Sub-20 no Peru, e classificar a Seleção para os Jogos Olímpicos de Londres-2012, e de conquistar o Mundial Sub-20, na Colômbia, Ney Franco desafinou, ou melhor, decepcionou no Pan.

Fonte: LanceNet

Ney Franco nega vexame e culpa "infelicidade" do árbitro por derrota

O técnico Ney Franco creditou a duas “infelicidades” a derrota para a Costa Rica por 3 a 1, que eliminou a seleção brasileira sub-20 dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara ainda na primeira fase.

Uma “infelicidade” da equipe, que levou o primeiro gol aos 38 segundos, e outra do árbitro mexicano Ricardo Arellano, que expulsou o capitão Lucas Zen aos 15 minutos da partida. “Ele foi muito rigoroso ao dar o cartão”, classificou o técnico.

Franco reconheceu que a campanha brasileira no Pan (dois empates e uma derrota) foi “abaixo do esperado”, mas voltou atrás do que havia dito depois do empate contra Cuba e não considerou esta eliminação precoce um “vexame”.

“Estava equivocado”, disse, referindo-se à resposta que deu ao UOL Esporte dois dias atrás. Na ocasião, observou que o empate contra Cuba não foi um vexame, mas seria se o Brasil não passasse pela Costa Rica. “Não acho que demos vexame hoje”.

O técnico insistiu na ideia de que trouxe uma equipe jovem, “a terceira seleção sub-20” montada em 2011, e que os sucessos foram muito superiores aos fracassos. O Brasil foi campeão mundial da categoria, bem como sul-americano e ainda venceu um torneio chamdo Copa do Mediterrâneo.

Fonte: Uol Pan 2011
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Ítalo Dorneles

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