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Conheça as diferentes oposições que atuam na crise do mundo árabe

A onda de protestos que desbancou em poucas semanas os governos da Tunísia e do Egito continua inspirando manifestações em outros países do mundo árabe. Enquanto os dois países passam por um momento de transição, outros demonstram a insatisfação com a situação político-econômica e a necessidade de liberdade e democracia.

Protestos mais intensos vêm sendo registrados na Líbia, onde a população pede a saída do ditador Muammar Gaddafi, na presidência do país há 42 anos, e no Bahrein, onde a maioria xiita pede mudanças no governo do rei Hamad Bin Isa Al Khalifa, no poder desde 1999.

Há ainda protestos no Iêmen, contra o governo de Ali Abdullah Saleh, no poder desde 1978, na Argélia -- desde o começo do ano -- contra o presidente Abdelaziz Bouteflika, que ocupa o cargo desde 1999, na Jordânia, contra o rei Abdullah, no posto desde 1999, e em Omã, no qual o sultão Al Said reina desde 1970.

Conheça abaixo os principais nomes e diferentes vertentes da oposição nos países árabes:

Tunísia

As manifestações na Tunísia não ficaram restritas a apenas uma camada da população. Contou com a participação de setores chave da classe de trabalhadores, públicos e de empresas privadas, da indústria, além dos jovens e estudantes. Com a renúncia do presidente Ben Ali, importantes figuras e forças da oposição comandam a transição para novas eleições, entre eles o partido islamita tunisiano "Ennahda", inspirado pela Irmandade Muçulmana egípcia, o Movimento da Renovação, e Mustapha Ben Jaafar, do Fórum Democrático pelo Trabalho e as Liberdades, e Moncef Marzouki, fundador do Congresso para a República, ambos cotados para disputar a presidência.
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Egito

As manifestações populares no Egito foram organizadas por jovens, via internet, que reivindicavam melhores oportunidades de trabalho, melhores condições econômicas e a substituição do presidente Hosni Mubarak, há 30 anos no poder. Derrubado o regime, o país está em um momento de transição e entre os que despontam como possíveis lideranças estão o líder da Irmandade Muçulmana, o maior grupo de oposição no Egito, Mohammed Badie; o prêmio Nobel da Paz Mohammed ElBaradei e Ayman Nour, líder do partido de oposição "El-Ghad" ("amanhã", em árabe).
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Líbia

Forças de oposição líbias, entre partidos e a população contrária ao regime de Muammar Gaddafi, estão unidas em um Conselho Nacional, que reúne representantes de todas as zonas do país livres do controle político do ditador. Abdelhafiz Hoga, porta-voz do conselho, afirmou que a missão do órgão é "dirigir o processo de transição", mesmo com Gaddafi ainda no poder.
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Bahrein

A maioria Xiita, organizada pelos partidos Wefaq a Waad, protesta contra o regime do rei Hamad bin Issa Al Khalifa, sunita, há 40 anos no poder. A população exige reformas reais e a convocação de eleições livres para a formação de um novo governo. Assim como em outros países, a situação política do país trouxe de volta o líder xiita Hassan Mushaima, que retornou do exílio ao país para pressionar o governo de Al Khalifa.
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Argélia

Na Argélia, a oposição está concentrada na Coordenação Nacional pela Democracia e a Mudança (CNCD) composta por grupos civis, sindicatos e partidos da oposição, entre eles o RCD. Após divergências, a Coordenação criou uma segunda estrutura, a Coordenação da Sociedade Civil, composta principalmente pela Liga Argelina de Defesa dos Direitos Humanos, o sindicato de funcionários públicos e o grupo SOS Desaparecidos. Na semana passada o governo argelino suspendeu o estado de emergência após 19 anos e anunciou uma série de medidas a favor da economia, do emprego e da habitação.
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Iêmen

Os islâmicos compõem o maior partido de oposição do Iêmen, o Islah, liderado por Mohammed al-Saadi. Além deles, os estudantes também tiveram um papel central na organização das manifestações contra o governo de Ali Abdullah Saleh, principalmente nos protestos realizados na capital Sanaa, nos arredores da Universidade de Sanaa. Cerca de 10 mil estudantes participaram dos primeiros protestos, exigindo a saída de Saleh. Mas os opositores enfrentam um problema: cidadãos e partidos de oposição estão divididos, sendo que as legendas ainda não estão apoiando totalmente a manifestação popular, o que pode enfraquecer o movimento.
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Jordânia

Os protestos no país foram impulsionados por funcionários do setor público, que foram às ruas reivindicar contra o aumento dos preços e do custo de vida na capital, Amã, e os baixos salários. No início, as manifestações eram limitadas aos trabalhadores, sem a adesão de nenhum partido político. Só depois dos primeiros dias de protestos a Frente de Ação Islâmica (FAI), vinculada à Irmandade Muçulmana, principal partido de oposição no país, aderiu ao movimento.
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Omã

A população de Omã, principalmente os trabalhadores, é a principal força por trás dos protestos no sultanato. Na segunda-feira (28), centenas de manifestantes bloquearam o acesso por estrada do porto de Sohar, o segundo maior de Omã.
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Ítalo Dorneles

Mudei o meu perfil do blogger. Agora estou utilizando este aqui: https://draft.blogger.com/profile/12182443674733728583

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2 Comentários:

  1. الله أكبر الله اكبر

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  2. Não vais colocar nada do título do primeiro turno(apertura) do nosso time?
    Não publica o comentário, só coloca uma matéria sobre o título.
    Att
    Muamar Gadaffi

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