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MS: 8 supostos membros do PCC e advogada são presos

A Justiça de Mato Grosso do Sul mandou prender nove pessoas, entre elas uma advogada, que seriam ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC), facção criminosa surgida na década passada e que age dentro e fora dos presídios. A organização mandava drogas e armas para outras penitenciárias do País.

Entre os detidos estão seis mulheres. Outros três já cumprem condenações por envolvimento com droga. Quinze contas bancárias do bando foram bloqueadas. A advogada foi presa como integrante do grupo. Ela guardava em casa uma arma sem registro.

A operação, chefiada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), braço do Ministério Público estadual, começou por volta das 6h e terminou ao meio-dia.

O chefe da quadrilha, segundo os investigadores, foi preso no estabelecimento penal que abriga condenados beneficiados com o regime semiaberto. José Cláudio Arantes, tido como o líder do PCC em Mato Grosso do Sul, chefiou uma das maiores rebeliões já conhecidas em Campo Grande. No Dia das Mães de 2006, ele comandou um motim em que 180 pessoas foram feitas reféns. Naquela data o líder da organização degolou um preso e exibiu a cabeça dele à imprensa, que cobria a rebelião do lado de fora do presídio.

O Gaeco informou que investiga a quadrilha chefiada por Arantes, favorecido com o regime semiaberto desde abril passado, há pelo menos três meses. Nesse período, foram confiscados com o grupo ao menos uma tonelada maconha, quantias em dinheiro nacional e estrangeiro, armas, carros e dez celulares. O Gaeco não informou o saldo das 15 contas bancárias bloqueadas durante a operação.

A mulher, a filha, que já estava presa por tráfico de drogas, e o genro de Arantes também foram capturados durante a operação do Gaeco. Em um diálogo captado por meio de escuta permitida, Arantes conversa com a mulher sobre a qualidade da droga que o grupo havia comprado. Pela conversa, ela reclama que a maconha não "seria boa" e o marido ordena a ela que devolva o produto e peça outro melhor.

Em fevereiro do ano passado, a advogada foi flagrada trocando carícias com um condenado por roubos. O rapaz, conhecido como Playboy, morreu em outubro passado em confronto com a Polícia Militar. Ele havia escapado da prisão. Na casa da advogada o Gaeco apreendeu além da arma, computadores e documentos. A operação que pôs na cadeia a organização que chefiava o tráfico de drogas e planejava roubos de dentro da prisão ocorreu nas cidades de Campo Grande, Dourados e Eldorado. A imprensa não teve acesso a nenhum dos detidos.

Especial para Terra
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Ítalo Dorneles

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