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Segurança no Haiti está sob controle, diz ONU

A segurança no Haiti, cenário de um violento terremoto ocorrido dia 12 de janeiro, está sob controle, asseguraram nessa quinta-feira porta-vozes da ONU, apesar das cenas de saques serem frequentes na capital.

"A situação está sob controle na capital e no resto do país, a não ser em alguns casos isolados de saques", assegurou Vicenzo Puguese, porta-voz da Missão da ONU para a Estabilização do Haiti (Minustah).

Na cidade de Porto Príncipe, devastada pelo terremoto, casas, instituições oficiais, bancos e lojas foram saqueadas pela população, diante da impotência da polícia local.

Segundo a Minustah, a situação, do ponto de vista da segurança, não piorou desde o terremoto.

Entretanto, organizações, como o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, foram obrigadas a suspender a ajuda humanitária devido ao ambiente tenso que reinava no bairro de Porto Príncipe onde estavam atuando.

Nos últimos seis meses, incluindo a última semana, as forças brasileiras - que exercem o comando militar da Minustah com 1300 soldados no Haiti - realizaram apenas um único tiro acidental, enquanto em 2007 os tiros podiam ser contados aos milhares, segundo estatísticas brasileiras.

Mortos
O chefe interino da Missão de Estabilização da ONU no Haiti (Minustah), o guatemalteco Edmond Mulet, acredita que "nunca" se saberá o número exato de mortos por causa do terremoto que assolou o país, segundo declarações publicadas hoje pela imprensa da Guatemala.

"Nunca vamos saber o número exato. Muitas pessoas que estão debaixo dos escombros ficarão para sempre, porque edifícios inteiros caíram e movimentar esses escombros requer maquinaria pesada que não temos", disse Mulet, em entrevista ao jornal "Prensa Libre".

Segundo declarações à Agência Efe, o primeiro-ministro do Haiti, Jean Max Bellerive, acredita que o número de mortos superará 100 mil.

Mulet advertiu que o Haiti "nunca vai voltar a ser o que era antes do terremoto, porque muito da identidade nacional se perdeu".

"A arquitetura nacional, o palácio (presidencial), os monumentos faziam parte da identidade, e muitas destas coisas foram completamente destruídas", disse.

O responsável provisório da Minustah disse que será preciso reconstruir um Haiti diferente, novo, mas "as feridas não só físicas ou materiais, mas também as espirituais e psicológicas, ficarão para sempre".

*Com informações das agências internacionais
do Portal Uol.
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Ítalo Dorneles

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