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Grêmio faz seu pior jogo no ano e só empata com o Veranópolis no Olímpico

Em algum momento a virada não viria. E foi neste domingo. Contra o Veranópolis, pela terceira rodada do Gauchão, o Grêmio fez seu pior jogo no campeonato sob o comando de Silas. No 4-4-2 desorganizado, Jonas foi o destaque pelo gol no empate por 1 a 1 com um adversário bem armado pelo técnico Gilmar Dal Pozzo. Depois de duas viradas seguidas, contra Pelotas e Caxias, o Tricolor perde os 100% de aproveitamento, mas continua bem classificado.

No Grupo 1, o time do estádio Olímpico soma sete pontos e divide a liderança com o Novo Hamburgo. No Grupo 2, o VEC tem cinco, em quinto. Com o resultado, o Grêmio mantém a invencibilidade em casa. São 41 partidas sem derrota.

Na quarta-feira, o VEC recebe o Avenida, às 20h30m. Às 22h, o Tricolor visita o Santa Cruz, em Santa Cruz do Sul.

Confira a classificação e a tabela do Campeonato Gaúcho

Grêmio, de novo, começa em desvantagem

Silas fez treino fechado na véspera do jogo contra o Veranópolis, deu atenção especial ao posicionamento defensivo do Grêmio, mas viu o trabalho ruir logo no princípio. Sem o atacante Leandro, poupado por conta de uma tendinite no pé esquerdo, o técnico optou por escalar o time no 4-4-2. O volante Ferdinando foi improvisado na lateral direita, Túlio entrou no meio ao lado de Adilson, e Jonas seguiu no ataque com Borges.

O Tricolor começou muito mal. Pela terceira vez seguida, saiu em desvantagem no placar. Virou rotina neste Gauchão. Em falha individual de Réver, o VEC aproveitou. Aos oito minutos, o zagueiro errou o tempo de bola na disputa pelo alto com João Paulo, o atacante ficou com a sobra e tocou na saída de Victor. Incrédulo, Silas caminhou de um lado para o outro na área técnica como se tentasse entender.

Improdutivos, Souza e Hugo não conseguiam escapar da marcação. Ferdinando e Fábio Santos praticamente não avançaram, e o nervosismo atrapalhava Réver e Túlio. Pouco acionados, Jonas e Borges tentaram resolver. Em chute de longe, o segundo quase empatou, aos 14. Hugo também tentou, dez minutos mais tarde, depois de receber de Jonas. A bomba de esquerda passou perto.

Não fosse o goleiro Victor, o cenário seria pior. Marcos Paraná, em cobrança de falta, e Eduardinho, numa bomba de fora da área, fizeram o camisa 1 trabalhar. O bom ataque do VEC incomodava, especialmente nos avanços pela ponta esquerda, sempre com muita velocidade. Numa delas, Kito invadiu a área com condições de concluir, não chutou e nem cruzou, e a bola se perdeu pela linha de fundo.

Vaiado a cada toque na bola, o lateral-esquerdo Fábio Santos teve a chance de calar os críticos. Nos acréscimos, um chute rasteiro, da entrada da área, parou em Vanderlei e encerrou o primeiro tempo sob protestos.

Empate e pressão tricolor

Vontade até ajuda, mas nem sempre ganha jogo. Em estado de confusão, o Grêmio voltou para o segundo tempo com a esperança de virar mais uma partida. Desta vez não parecia tão fácil. Desorganizado e muito nervoso, o time pouco criou. Se Victor não fosse o goleiro que é, o VEC teria feito o segundo. Aos dez, ele mandou um chute perigoso de Romano para escanteio. Após a cobrança, cabeçada forte de João Paulo, e uma defesa milagrosa.

Sem conseguir furar o forte bloqueio adversário, o Tricolor passou a apostar na bola parada. Nas mais perigosas, parou no travessão e em Vanderlei, aos 12, numa cabeçada forte de Réver, e aos 17, em cobrança venenosa de Souza. O camisa 8, aliás, deu o passe para Jonas empatar a partida. Corte no marcador, chute firme, e bola na rede. Terceiro gol do atacante no Estadual: 1 a 1 (assista ao vídeo).

Placar igual, e Grêmio todo no ataque. Virou jogo de campo reduzido, especialmente quando Marcos Paraná, camisa 10 dos visitantes, fez falta muito dura em Adilson, recebeu o segundo amarelo e foi expulso. Faltou critério ao árbitro Marcio Coruja. Minutos antes, Túlio, que tinha amarelo, fez falta idêntica e nada aconteceu.

A torcida gremista se inflamou, empurrou mesmo. Foi à loucura quando Jonas, que virou xodó, soltou uma bomba de dentro da área e parou em Vanderlei, aos 32. Se Victor foi bem, o goleiro do VEC não deixou por menos. Empate justo, e muito trabalho à vista para Silas.

do Globoesporte.com
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Ítalo Dorneles

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