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Departamento jurídico do Grêmio notifica o Catania sobre o litígio com Maxi López

O anúncio da contratação do atacante Maxi López pelo Catania, da Itália, mobilizou o departamento jurídico do Grêmio. Na tarde desta quarta-feira, o Tricolor enviou uma intimação ao italianos com informações sobre a saída do argentino do estádio Olímpico.

No dia 4 de janeiro, Maxi enviou um telegrama ao Grêmio para comunicar que não queria mais jogar em Porto Alegre, apesar de ter um pré-contrato com o Tricolor. O clube gaúcho havia deixado consignado na Justiça do Trabalho o valor de € 1,5 milhão (R$ 3,7 milhões), dinheiro necessário para adquirir 50% dos direitos econômicos do argentino junto ao FC Moscou, da Rússsia. No entanto, o interesse do Lazio, da Itália, fez o jogador mudar de ideia.

Diante deste cenário, o Grêmio decidiu recorrer à Fifa sobre a saída do atleta. Busca um ressarcimento financeiro e pede uma punição para o jogador. Maxi teria concordado com todas as cláusulas, inclusive para a prorrogação por mais três anos, além de salários acertados. No entanto, desistiu de ficar.

Na prática, o acerto de Maxi com o Catania não muda em nada a postura do Grêmio sobre o caso. No entanto, o integrante do departamento jurídico tricolor, Rui Costa, alerta que o clube do sul da Velha Bota corre riscos.

- O que fizemos com o Catania foi feito com todos os clubes que demonstraram interesse nele. Enviamos uma intimação sobre a situação da saída do Maxi López do Grêmio. E não é por outro motivo que ele transitou por vários e não acertou. O clube que contratá-lo sabe que pode ser punido. Se a Fifa entender que ele descumpriu o acordo com o Grêmio, ele poderá ser suspenso de quatro a seis meses. Ele tinha pré-contrato e firmou outro com outro clube – explicou.

Rui Costa lembra ainda que Maxi López não se apresentou ao FC Moscou como estava previsto.

- Recebemos um documento do FC Moscou dizendo que o Maxi López não se apresentou por lá. Era para ter chegado em 14 de janeiro. É mais um elemento de que ele não cumpre contratos – frisou.

Um escritório de advogacia na Europa, contratado pelo Grêmio, faz o levantamento de toda a documentação do caso para acompanhar o processo.

- O Grêmio quer que a Fifa considere a quebra de contrato e puna o jogador e o clube que contratá-lo – concluiu.

Maxi tem 25 anos e firmou contrato até 2013. De acordo com a imprensa italiana, López, que foi revelado pelo River Plate e teve passagens por Barcelona, Mallorca e FC Moscou, vai receber 800 mil euros (cerca de R$ 2 milhões) por temporada.

O Catania está na penúltima colocação do Campeonato Italiano, com 16 pontos em 20 jogos.

Do Globoesporte.com
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Ítalo Dorneles

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