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Professores montam barracas em frente ao Piratini e policiamento é reforçado na Praça da Matriz

Centenas de professores estão reunidos desde o início da manhã desta terça-feira em frente ao Palácio Piratini para protestarem contra a votação do pacote do governo que trata da remuneração do magistério. Eles estão montando acampamento na Praça da Matriz e a expectativa do Cpers é de que até o meio-dia pelo menos 3 mil professores cheguem ao local.

No começo da manhã houve um princípio de confusão na hora da montagem das barracas, mas que foi controlado em seguida, de acordo com o comandante do Policiamento da Capital, Altemir Folgiarini Ferreira.

O policiamento foi reforçado com cavalarianos próximo à Catedral. Até as 8h30min, uma barreira da Brigada Militar havia sido montada na Avenida Castelo Branco para monitorar a entrada de ônibus na Capital.

O que são os projetos

— O salário inicial de professores com contrato de 40 horas semanais passaria de R$ 862 para R$ 1,5 mil, por meio de um complemento. O valor do vencimento básico, sobre o qual são calculadas as bonificações, continuaria igual: R$ 640. O Cpers diz que o projeto acaba com plano de carreira.

— Um índice de 15% do resultado fiscal positivo do Estado seria distribuído para os vencimentos básicos do magistério e dos servidores de escola. O Cpers, por sua vez, defende a implantação do piso nacional do magistério, que elevaria o vencimento básico da categoria para R$ 1,1 mil.

— A folga remunerada de até três meses a que todo o servidor tem direito a cada cinco anos de trabalho seria extinta. No lugar da licença-prêmio, seria criada a licença-capacitação. O benefício só poderia ser usado para cursos. O Cpers considera a folga remunerada importante para recuperação dos professores.

Informações do Jornal Zero Hora.

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Ítalo Dorneles

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