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Após fracasso em negociação, Leandro promete jogar no Grêmio em 2010


Paulo Autuori falava nele sem ser perguntado. Souza prometeu soltar foguetes para celebrar sua chegada. A torcida sonhou com o novo parceiro de Maxi López. De obsessão, a contratação do atacante Leandro virou decepção no Grêmio. Depois do acerto inicial, a diretoria do Verdy Tokyo (Japão) não liberou o jogador. Sem mandar representante a Tóquio, a direção gremista apostou no poder de negociação do atleta. Ele tentou, mas disse ter chegado a seu limite:

– Insisti tanto que comecei a me queimar. Então, tive de desistir. Fiz o que pude, e acho que o Grêmio também. Tenho promessa de ser liberado ano que vem. Aí, vou para Porto Alegre – prometeu Leandro.

O Grêmio começou a negociar com Leandro em 6 de agosto. Após contato com o empresário Téo Constantin, representantes do clube, incluindo Autuori, falaram com o atleta em mais de 40 telefonemas.

– Todos me trataram bem. Demonstraram um carinho grande. Aceitei na hora – disse Leandro.

A negociação com o Verdy começou após acerto salarial com o atleta. Ele só seria liberado com pagamento de US$ 1 milhão (R$ 1,85 milhão). O Grêmio achou caro. Conseguiu reduzir para US$ 700 mil (R$ 1,29 milhão).

O atacante teria, porém, de devolver ao Verdy um adiantamento de R$ 554 mil. Aceitou. Recuperaria o valor, diluído, no contrato com o Grêmio.

– Estava tudo certo até o negócio chegar ao presidente do clube (Yoshifusa Kominato). Ele vetou, apoiado pelo patrocinador – lamentou Leandro.

Isso ocorreu em 24 de agosto. Cinco dias depois, o Grêmio desistiu.

O Verdy Tokyo pertence à emissora Nippon Television. E para o presidente da Nippon, Noritada Hosokawa, era “imprescindível” para o clube contar com Leandro na Segunda Divisão japonesa. O time é o oitavo colocado, a 19 pontos do líder (só três sobem).

Para o Grêmio, a culpa é de todos
A direção do Grêmio nega ter falhado na negociação. O presidente Duda Kroeff e o diretor de futebol Luiz Onofre Meira culpam o desinteresse do Verdy Tokyo em liberar Leandro.

– Se houvesse erro, admitiria – disse Duda.

A dupla garante que desde o começo da negociação sabia ser preciso convencer o patrocinador. E da dificuldade disso. Os dirigentes julgaram desnecessário ter representante em Tóquio, o que não fez Meira deixar de culpar o fuso horário (12 horas à frente, no Japão) pela dificuldade de comunicação.

– O patrocinador não deu margem para negociar. O Grêmio fez tudo ao seu alcance – disse Meira.

– Só gastaríamos dinheiro na viagem – completou o presidente.

Duda recorda que Leandro avisou da falta de vontade da Nippon Television em liberá-lo.

– Ele dizia que ia tentar mudar o quadro. Ficamos esperando.

Frustrado pelo fracasso no caso Leandro, Duda diz-se aliviado por trazer o volante Fábio Rochemback.

– Não são da mesma posição, mas pior seria ficar sem os dois.

Informações do Globoesporte.com
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Ítalo Dorneles

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