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Sarney diz que crise no Senado é para enfraquecer Lula

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), disse nesta terça-feira que a crise política que atinge a Casa tem como objetivo enfraquecer o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante encontro com políticos do Amapá, em seu gabinete, Sarney disse estar disposto a permanecer no cargo.

"Estamos numa Casa política. Pelo fato de minha luta política ter algum peso na sucessão desencadeou-se essa crise para enfraquecer o presidente da República", disse.

Aliado de Lula, Sarney argumenta que o objetivo da crise que atinge a instituição é enfraquecer Lula --uma vez que o PMDB se tornou o principal aliado do presidente no Congresso.

O senador afirmou que não pretende se afastar da presidência da Casa, mesmo suspeito de envolvimento em uma série de acusações encaminhadas pela oposição ao Conselho de Ética. "Não posso senão resistir e ser firme, com a certeza de minha consciência e da lisura no trato com as coisas administrativas. A coisa mais grave de que me acusam é de que eu tinha pedido para nomearem o namorado da minha neta", afirmou.

O peemedebista negou estar envolvido em irregularidades apontadas pela oposição. "Nunca me acusaram de nada e agora desencadeia-se essa crise política. É essa consciência da tranquilidade que me dá forças. Se não fiz qualquer coisa de errada ao longo de minha vida pública, não esperaria 55 anos para fazer agora. Nunca me meti em qualquer coisa errada", afirmou.

Cercado por políticos do Amapá, Sarney ficou à vontade para falar da crise. Publicamente, o senador vem evitando dar entrevistas para comentar as representações e denúncias contra ele encaminhadas ao conselho. O presidente do Senado ocupou a tribuna da Casa, na semana passada, para rebater todas as acusações e negar a disposição de renúncia.

Aliado de Sarney, o presidente do Conselho de Ética do Senado, Paulo Duque (PMDB-RJ), arquivou as 11 acusações contra o peemedebista que chegaram ao colegiado. A oposição recorreu contra o arquivamento de quatro denúncias e representações contra Sarney, mas promete até amanhã encaminhar novos recursos para o conselho.

Os recursos vão ser colocados em votação no plenário do Conselho de Ética. Se forem aprovados pela maioria dos integrantes, as ações contra Sarney terão andamento na Casa.

Informações da Folha Online.
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Ítalo Dorneles

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