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Grêmio "se cobra" do Cruzeiro e aplica 4x1



Não é a Taça Libertadores, não valeu vaga na final, mas a goleada de 4 a 1 sobre o Cruzeiro no início da noite deste domingo, no Olímpico, foi saboreada pelo Grêmio como se rendesse muito mais do que três pontos na tabela do Campeonato Brasileiro. O jogo marcou o reencontro entre gaúchos e mineiros depois do duelo pelas semifinais da principal competição continental. Na ocasião, a Raposa levou a melhor, eliminou o Tricolor gaúcho e chegou à decisão contra o Estudiantes, que ficou com o título.

O Grêmio deu o troco com os gols de Réver, Tcheco, Jonas e Maxi López. Foi de virada. O Cruzeiro saiu na frente com Wellington Paulista, ainda no primeiro tempo, mas viu seus objetivos irem pelo ralo graças às expulsões de Jonathan e Thiago Ribeiro.

Com a vitória, o time gaúcho subiu para o sexto lugar, com 24 pontos. A Raposa, com 17, está em 15º, perto da área de rebaixamento - mas tem um jogo a menos, fora de casa, contra o Botafogo, adiado da 11ª rodada para o dia 27 de agosto. O Cruzeiro volta a campo na quarta-feira, quando recebe o Atlético-PR às 19h30m, no Mineirão. O Grêmio visita o Palmeiras, líder do campeonato, às 21h de quinta-feira, no Palestra Itália.

Grêmio pressiona, mas quem marca é o Cruzeiro

Água mole em pedra dura tanto bate até que vaza por algum lugar. O Grêmio forçou o jogo, pressionou, perdeu gols e viu até uma bola encontrar a trave no primeiro tempo. Mas quem fez o gol foi o Cruzeiro. E com um jogador a menos.

Era uma partida enrolada, daquelas de causar bocejos, sem chances para lado nenhum. Jonathan, da Raposa, resolveu dar emoção ao jogo e foi expulso com 18 minutos. Os números são um alerta para o time de Adílson Batista: foi o oitavo cartão vermelho para os celestes em 15 rodadas no Brasileirão.

O Grêmio, em vantagem numérica, cresceu na parada. O técnico Paulo Autuori tirou o lateral direito William Thiego e mandou o garoto Douglas Costa a campo. A Raposa ficou acuada, resistindo à pressão gaúcha. Jonas perdeu duas chances. Tcheco e Maxi López desperdiçaram uma cada. Túlio teve oportunidade clara, mas acabou anulado pela zaga no chute final.

As investidas tricolores ao ataque passaram quase sempre por Tcheco. Ele coordenou um time que ficou muito perto de abrir o placar especialmente aos 36 minutos. Em cruzamento do meia, Jonas mandou na trave. A bola passeou por alguns segundos no rebote e depois ficou com Fábio Santos, que chutou mal, fraco, para desespero da torcida.

O lance desperdiçado resultou no gol cruzeirense no contra-ataque. Tcheco, bem no ataque, falhou na defesa ao deslocar Wellington Paulista na área. O pênalti foi cobrado pelo próprio atacante, algoz dos gaúchos já na Libertadores, com três gols em dois duelos pelas semifinais. Neste domingo, ele repetiu a dose, bateu bem e colocou o time mineiro na frente aos 40 minutos. A vantagem foi um presente que o Cruzeiro não mereceu. O Grêmio foi muito superior nos 45 minutos iniciais.

Com dois a mais, Grêmio vira e chega à goleada

O Grêmio criou uma pressão insustentável para o adversário no segundo tempo. Foram chances claras, uma atrás da outra. Tcheco perdeu boa chance logo com um minuto. Réver girou a bola um centímetro ao lado da trave. Souza também desperdiçou oportunidade viva. O gol parecia questão de tempo. E aí Thiago Ribeiro, do Cruzeiro, resolveu colaborar. Ele acertou o cotovelo no rosto de Túlio e foi expulso – nono cartão vermelho em 15 jogos para a Raposa.

Com dois a mais, o Grêmio encontrou o empate e logo virou. A igualdade foi buscada pelo Tricolor aos 13 minutos. Tcheco bateu escanteio na cabeça de Réver. A conclusão foi certeira, sem chance para Fábio: 1 a 1. O gol abalou o Cruzeiro, que virou presa fácil por causa das expulsões. Desnorteado, o time mineiro levou a virada. Aos 19 minutos, Tcheco recebeu de Jonas dentro de área e bateu colocado, no cantinho de Fábio. O Olímpico sacudiu em um misto de alívio e alegria.

O Cruzeiro não tinha condições de reagir. O Grêmio manteve o adversário encurralado na defesa e alcançou o terceiro gol. Foi aos 30 minutos, com Jonas, de cabeça. E poderia ter saído mais. Sempre no ataque, o Tricolor ainda perdeu boas chances com Maxi López, que no fim acabou deixando a sua marca. Aos 43, o argentino limpou a jogada pela esquerda e chutou forte da entrada da área, no canto esquerdo de Fábio, que nada pôde fazer.

Veja os gols



Informações e vídeo do Globoesporte.com
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Ítalo Dorneles

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